{"id":7698,"date":"2023-03-03T16:37:26","date_gmt":"2023-03-03T19:37:26","guid":{"rendered":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/?p=7698"},"modified":"2023-03-03T16:37:27","modified_gmt":"2023-03-03T19:37:27","slug":"mais-de-18-milhoes-de-mulheres-sofreram-violencia-em-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/2023\/03\/03\/mais-de-18-milhoes-de-mulheres-sofreram-violencia-em-2022\/","title":{"rendered":"Mais de 18 milh\u00f5es de mulheres sofreram viol\u00eancia em 2022"},"content":{"rendered":"\n<p><em><strong>Todas as formas de viol\u00eancia contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no \u00faltimo ano, de acordo com a quarta edi\u00e7\u00e3o da pesquisa &#8220;Vis\u00edvel e Invis\u00edvel: a Vitimiza\u00e7\u00e3o de Mulheres no Brasil&#8221;, encomendada junto ao Instituto Datafolha<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>18,6 milh\u00f5es de mulheres foram v\u00edtimas de algum tipo de viol\u00eancia ou agress\u00e3o em 2022, o equivalente a um est\u00e1dio de futebol com capacidade para 50 mil pessoas por dia;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Entre as mulheres que sofreram viol\u00eancia no \u00faltimo ano, a m\u00e9dia foi de quatro agress\u00f5es no per\u00edodo. Entre mulheres divorciadas a m\u00e9dia foi de 9 agress\u00f5es<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>14 mulheres foram agredidas fisicamente por minuto no ano passado;45% das mulheres vitimizadas n\u00e3o buscaram ajuda;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>46,7% das brasileiras passaram por alguma forma de ass\u00e9dio sexual no ano passado, o maior \u00edndice da s\u00e9rie hist\u00f3rica;<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>33,4% das brasileiras com mais de 16 anos sofreram viol\u00eancia f\u00edsica e\/ ou sexual de parceiros \u00edntimos ou ex-companheiros em algum momento da vida. Este valor \u00e9 bastante superior \u00e0 m\u00e9dia global, de 27% segundo a OMS.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A quarta edi\u00e7\u00e3o da pesquisa\u00a0<strong>\u201cVis\u00edvel e Invis\u00edvel: a Vitimiza\u00e7\u00e3o de Mulheres no Brasil\u201d<\/strong>, realizada pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, traz dados in\u00e9ditos sobre diferentes formas de viol\u00eancia f\u00edsica, sexual e psicol\u00f3gica sofridas pelas brasileiras no ano passado. Em compara\u00e7\u00e3o com as pesquisas anteriores, todas as formas de viol\u00eancia contra a mulher apresentaram crescimento acentuado em 2022. Segundo o levantamento,\u00a0<strong>28,9% das brasileiras sofreram algum tipo de viol\u00eancia de g\u00eanero em 2022, a maior preval\u00eancia j\u00e1 verificada na s\u00e9rie hist\u00f3rica, 4,5 pontos percentuais acima do resultado da \u00faltima pesquisa.\u00a0<\/strong>Os dados permitem estimar que cerca de\u00a0<strong>18,6 milh\u00f5es de mulheres brasileiras\u00a0<\/strong>foram vitimizadas no per\u00edodo, o equivalente a\u00a0<strong>um est\u00e1dio de futebol com capacidade para 50 mil pessoas lotado todos os dias<\/strong>. Em m\u00e9dia, as mulheres que foram v\u00edtimas de viol\u00eancia relataram ter sofrido 4 agress\u00f5es ao longo do ano, mas entre as divorciadas a m\u00e9dia foi de 9 vezes.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa \u201cVis\u00edvel e Invis\u00edvel: a Vitimiza\u00e7\u00e3o de mulheres no Brasil\u201d foi encomendada junto ao Instituto Datafolha, com apoio da Uber pela segunda edi\u00e7\u00e3o consecutiva, e ouviu 2.017 pessoas com mais de 16 anos, entre homens e mulheres, em 126 munic\u00edpios brasileiros, no per\u00edodo de 09 a 13 de janeiro de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Estamos diante de um crescimento agudo de formas graves de viol\u00eancia f\u00edsica, que podem resultar em morte a qualquer momento. Neste sentido, embora os dados de feminic\u00eddios e homic\u00eddios dolosos de mulheres do ano de 2022 ainda n\u00e3o estejam dispon\u00edveis, n\u00e3o ser\u00e1 surpresa se nos depararmos com o crescimento de ambas as modalidades de viol\u00eancia letal contra as mulheres. Infelizmente, o Brasil ficou mais inseguro para todas n\u00f3s<\/em>\u201d, explica Samira Bueno, diretora executiva do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com os resultados da pesquisa, 11,6% das mulheres entrevistadas foram v\u00edtimas de viol\u00eancia f\u00edsica no ano passado, o que representa um universo de cerca de 7,4 milh\u00f5es de brasileiras. Isso significa que&nbsp;<strong>14 mulheres foram agredidas com tapas, socos e pontap\u00e9s por minuto<\/strong>. Entre as outras formas de viol\u00eancia citadas, as mais frequentes foram as ofensas verbais (23,1%), persegui\u00e7\u00e3o (13,5%), amea\u00e7as de viol\u00eancias f\u00edsicas (12,4%), ofensas sexuais (9%), espancamento ou tentativa de estrangulamento (5,4%), amea\u00e7a com faca ou arma de fogo (5,1%), les\u00e3o provocada por algum objeto que lhe foi atirado (4,2%) e esfaqueamento ou tiro (1,6%).<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m trouxe um dado in\u00e9dito:&nbsp;<strong>uma em cada tr\u00eas brasileiras com mais de 16 anos sofreu viol\u00eancia f\u00edsica e sexual provocada por parceiro \u00edntimo ao longo da vida<\/strong>. S\u00e3o mais de 21,5 milh\u00f5es de mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia f\u00edsicaou sexual por parte de parceiros \u00edntimos ou ex-companheiros, representando&nbsp;<strong>33,4% da popula\u00e7\u00e3o feminina<\/strong>&nbsp;do pa\u00eds. A m\u00e9dia global, de acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, fica em 27%. Se considerarmos tamb\u00e9m os casos de viol\u00eancia psicol\u00f3gica, 43% das mulheres brasileiras j\u00e1 foram v\u00edtimas do parceiro \u00edntimo. Mulheres negras, de baixa escolaridade, com filhos e divorciadas s\u00e3o as principais v\u00edtimas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Principal agressor \u00e9 o ex<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Pela primeira vez, o estudo apontou o&nbsp;<strong>ex-companheiro como o principal autor da viol\u00eancia&nbsp;<\/strong>(31,3%), seguido pelo atual parceiro \u00edntimo (26,7%). O autor da viol\u00eancia \u00e9 conhecido da v\u00edtima na maior parte dos casos (73,7%).<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o<strong>&nbsp;lugar menos seguro para as mulheres \u00e9 a pr\u00f3pria casa \u2013&nbsp;<\/strong>53,8% relataram que o epis\u00f3dio mais grave de agress\u00e3o dos \u00faltimos 12 meses aconteceu dentro de casa. Esse n\u00famero \u00e9 maior do que o registrado na edi\u00e7\u00e3o de 2021 da pesquisa (48,8%), que abrangeu o auge do isolamento social durante a pandemia de Covid-19. Outros lugares onde houve epis\u00f3dio de viol\u00eancia foram a rua (17,6%), o ambiente de trabalho (4,7%) e os bares ou baladas (3,7%).<\/p>\n\n\n\n<p>Diante do questionamento sobre a rea\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia,&nbsp;<strong>a maioria (45%) das mulheres n\u00e3o fez nada.&nbsp;<\/strong>Em pesquisas anteriores, em 2017 e 2019, esse n\u00famero foi de 52%. \u00c9 digno de nota que a maioria das v\u00edtimas ainda permanece em sil\u00eancio.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cNa pesquisa aqui apresentada, 45% das mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia relataram n\u00e3o terem tomado atitudes diante da agress\u00e3o mais grave que sofreram, e 38% afirmaram que \u201cresolveram a situa\u00e7\u00e3o sozinhas\u201d. Mas o que significa \u201cresolver sozinha\u201d uma viol\u00eancia? Qu\u00e3o solit\u00e1ria e desamparada est\u00e1 a mulher que \u201cresolve sozinha\u201d a viol\u00eancia que sofre? Por que isso acontece? Sabemos que as rela\u00e7\u00f5es marcadas por abuso e viol\u00eancia s\u00e3o rela\u00e7\u00f5es inseridas numa espiral com potencial apenas de crescer, nunca de diminuir. Por isso \u00e9 t\u00e3o preocupante que quase metade das v\u00edtimas fique em sil\u00eancio\u201d, completa Juliana Martins, coordenadora institucional do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O n\u00famero de mulheres que foi at\u00e9 uma Delegacia da Mulher aumentou em rela\u00e7\u00e3o a 2021<\/strong>, passando de 11,8% naquele ano para 14% em 2023. Outras formas de den\u00fancia foram ligar para a Pol\u00edcia Militar (190) (4,8%), fazer um registro eletr\u00f4nico (1,7%) ou entrar em contato com a Central de Atendimento \u00e0 Mulher pelo Disque 180 (1,6%).<\/p>\n\n\n\n<p>As raz\u00f5es citadas pelas mulheres que n\u00e3o procuraram as autoridades foram: 38% resolveram sozinhas,&nbsp;<strong>21,3% n\u00e3o acreditavam que a pol\u00edcia pudesse oferecer solu\u00e7\u00e3o&nbsp;<\/strong>e 14,4% julgaram que n\u00e3o tinham provas suficientes.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento traz ainda as&nbsp;<strong>a\u00e7\u00f5es que as brasileiras consideram importantes para o enfrentamento da viol\u00eancia dom\u00e9stica<\/strong>: puni\u00e7\u00e3o mais severa para os agressores (76,5%), acesso a especialistas em sa\u00fade mental, como psic\u00f3logos (72,4%), suporte legal e servi\u00e7os que orientem a mulher vitimizada (69,4%), amplia\u00e7\u00e3o da divulga\u00e7\u00e3o de campanhas para conscientiza\u00e7\u00e3o e orienta\u00e7\u00e3o sobre den\u00fancias de viol\u00eancia dom\u00e9stica para homens e mulheres (67,9%), garantir acesso a necessidades b\u00e1sicas para mulheres em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia (67,2%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ass\u00e9dio sexual<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O ass\u00e9dio sexual \u00e9 uma express\u00e3o da viol\u00eancia sexual, caracterizada como manifesta\u00e7\u00e3o sensual ou sexual, alheia \u00e0 vontade da pessoa a quem se dirige. A pesquisa mostrou que&nbsp;<strong>46,7% das brasileiras sofreram ass\u00e9dio em 2022<\/strong>. S\u00e3o 30 milh\u00f5es de mulheres que relataram ter sofrido algum tipo de ass\u00e9dio; 26,3 milh\u00f5es de mulheres ouviram cantadas e coment\u00e1rios desrespeitosos na rua (41,0%) ou no&nbsp;<strong>ambiente de trabalho (18,6% &#8211; 11,9 milh\u00f5es)<\/strong>, foram assediadas fisicamente no transporte p\u00fablico (12,8%) ou&nbsp;<strong>abordadas de maneira agressiva em uma festa (11,2%)<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da gravidade dos dados apresentados, preocupa ainda que a an\u00e1lise da s\u00e9rie hist\u00f3rica indique os&nbsp;<strong>maiores n\u00edveis de preval\u00eancia por ass\u00e9dio sexual j\u00e1 relatados ao longo de todas as pesquisas<\/strong>. Comparando a atual pesquisa com os dados de 2021, o crescimento na preval\u00eancia de ass\u00e9dio foi de nove pontos percentuais, passando de 37,9% para 46,7%. Neste per\u00edodo, todas as formas de ass\u00e9dio listadas apresentaram crescimento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Armas de fogo e facas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m apontou o crescimento das amea\u00e7as perpetradas com faca ou arma de fogo na compara\u00e7\u00e3o com o levantamento de 2021. A preval\u00eancia, que era de 3,1% em 2021, chegou a 5,1% na pesquisa mais recente. Ao projetar estes dados, temos uma popula\u00e7\u00e3o feminina atingida por amea\u00e7as com arma de fogo que saltou de cerca de 2,2 milh\u00f5es de mulheres h\u00e1 dois anos para 3,3 milh\u00f5es na pesquisa atual.&nbsp;<em>\u201cN\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mensurar se o resultado \u00e9 consequ\u00eancia do aumento substancial de facas e outras armas brancas na sociedade brasileira, mas sabemos que o pa\u00eds teve recorde de registros de armas de fogo, o que pode se refletir no n\u00famero de amea\u00e7as retratadas pela pesquisa\u201d, completa Samira Bueno.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Percep\u00e7\u00e3o sobre viol\u00eancia dom\u00e9stica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Todos os entrevistados foram questionados sobre suas percep\u00e7\u00f5es sobre a viol\u00eancia de g\u00eanero e&nbsp;<strong>65% dos brasileiros acham que a viol\u00eancia contra a mulher aumentou em 2022<\/strong>. Quando comparamos as respostas de homens e mulheres, verificamos diferen\u00e7as significativas. De modo geral, mulheres apresentaram maior percep\u00e7\u00e3o sobre crescimento da viol\u00eancia contra a mulher (70,6%) do que os homens (59,4%).<\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8220;Para a Uber, apoiar iniciativas como essa pesquisa faz parte de um compromisso firmado com as mulheres brasileiras de combater a viol\u00eancia de g\u00eanero e fortalecer projetos que s\u00e3o refer\u00eancia no tema. O trabalho realizado pelo F\u00f3rum \u00e9 fundamental para pautar um debate qualificado sobre os desafios de seguran\u00e7a p\u00fablica no Brasil, entender os fatores que intensificam a viol\u00eancia contra a mulher na sociedade, e, consequentemente, pensar em a\u00e7\u00f5es de enfrentamento eficazes.&#8221; Nat\u00e1lia Falc\u00f3n, Gerente de Comunica\u00e7\u00e3o da Uber para Seguran\u00e7a e Enfrentamento \u00e0 Viol\u00eancia contra a Mulher.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Metodologia<\/strong><br>A \u201cVis\u00edvel e Invis\u00edvel: a Vitimiza\u00e7\u00e3o de mulheres no Brasil\u201d foi encomendada pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica junto ao Instituto Datafolha, com apoio da Uber. O levantamento quantitativo foi realizado a partir da abordagem pessoal dos entrevistados em pontos de fluxo populacionais. As entrevistas foram realizadas mediante a aplica\u00e7\u00e3o de question\u00e1rio estruturado, elaborado pelo FBSP, com cerca de 20 minutos de dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa teve um m\u00f3dulo espec\u00edfico de autopreenchimento, com quest\u00f5es sobre vitimiza\u00e7\u00e3o aplicadas somente \u00e0s mulheres. As entrevistadas que aceitaram participar deste m\u00f3dulo responderam sozinhas as quest\u00f5es diretamente no tablet, ap\u00f3s orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O universo da pesquisa \u00e9 a popula\u00e7\u00e3o adulta brasileira de todas as classes sociais com 16 anos ou mais. O m\u00f3dulo de vitimiza\u00e7\u00e3o foi aplicado apenas com mulheres. A pesquisa considera a preval\u00eancia medida que representa a aferi\u00e7\u00e3o do n\u00famero de casos existentes em uma popula\u00e7\u00e3o, em um dado per\u00edodo. A abrang\u00eancia \u00e9 nacional, incluindo Regi\u00f5es Metropolitanas e Cidades do Interior de diferentes portes, em todas as Regi\u00f5es do Brasil. As entrevistas foram realizadas em 126 munic\u00edpios de pequeno, m\u00e9dio e grande porte, no per\u00edodo de 09 a 13 de janeiro de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>A amostra total nacional foi de 2.017 entrevistas. A amostra total de mulheres foi de 1.042 entrevistas, sendo que destas 818 aceitaram responder o m\u00f3dulo de autopreenchimento. Ambas as amostras permitem a leitura dos resultados no total do Brasil, pelas regi\u00f5es: Sudeste, Sul, Nordeste e Norte\/ Centro-Oeste. A margem de erro para o total da amostra nacional \u00e9 de 2,0 pontos para mais ou para menos. A margem de erro para o total da amostra de mulheres participantes do autopreenchimento \u00e9 de 3,0 pontos para mais ou para menos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para acessar a pesquisa na \u00edntegra, acesse&nbsp;<a href=\"https:\/\/forumseguranca.org.br\/publicacoes_posts\/visivel-e-invisivel-a-vitimizacao-de-mulheres-no-brasil-4a-edicao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">o site do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o FBSP<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica foi constitu\u00eddo em mar\u00e7o de 2006 como uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental, apartid\u00e1ria, e sem fins lucrativos, cujo objetivo \u00e9 construir um ambiente de refer\u00eancia e coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica na \u00e1rea de atividade policial e na gest\u00e3o de seguran\u00e7a p\u00fablica em todo o Pa\u00eds. Composto por profissionais de diversos segmentos (policiais, peritos, guardas municipais, operadores do sistema de justi\u00e7a criminal, pesquisadores acad\u00eamicos e representantes da sociedade civil), o FBSP tem por foco o aprimoramento t\u00e9cnico da atividade policial e da governan\u00e7a democr\u00e1tica da seguran\u00e7a p\u00fablica. O FBSP faz uma aposta radical na transpar\u00eancia e na aproxima\u00e7\u00e3o entre segmentos enquanto ferramentas de presta\u00e7\u00e3o de contas e de moderniza\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a Uber e o combate \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero<br><\/strong><br>A Uber possui um&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.uber.com\/pt-BR\/newsroom\/compromisso-da-uber-com-o-combate-a-violencia-contra-a-mulher\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">compromisso p\u00fablico<\/a>&nbsp;com as brasileiras voltado para o enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher e, desde 2018, vem investindo em projetos constru\u00eddos com organiza\u00e7\u00f5es que s\u00e3o refer\u00eancia no tema. Para fazer sua parte e ajudar a endere\u00e7ar esse problema social que \u00e9 t\u00e3o complexo e sist\u00eamico, a Uber entendeu que era necess\u00e1rio ir al\u00e9m dos investimentos em tecnologias e processos pensados para sua plataforma, e ouvir e trabalhar em conjunto com os especialistas no tema, capazes de oferecer uma perspectiva mais abrangente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Mais informa\u00e7\u00f5es<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Anal\u00edtica Comunica\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todas as formas de viol\u00eancia contra a mulher apresentaram crescimento acentuado no \u00faltimo ano, de acordo com a quarta edi\u00e7\u00e3o da pesquisa &#8220;Vis\u00edvel e Invis\u00edvel: a Vitimiza\u00e7\u00e3o de Mulheres no Brasil&#8221;, encomendada junto ao Instituto Datafolha A quarta edi\u00e7\u00e3o da pesquisa\u00a0\u201cVis\u00edvel e Invis\u00edvel: a Vitimiza\u00e7\u00e3o de Mulheres no Brasil\u201d, realizada pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":7700,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"postBodyCss":"","postBodyMargin":[],"postBodyPadding":[],"postBodyBackground":{"backgroundType":"classic","gradient":""},"footnotes":""},"categories":[47],"tags":[333,332,182],"class_list":["post-7698","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ocorrencias","tag-abuso-sexual","tag-dia-da-mulher","tag-violencia"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7698","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7698"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7698\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7700"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7698"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7698"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceemmacaeeregiao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7698"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}